terça-feira, 15 de novembro de 2016

Prédio Martinelli

Hoje resolvi escrever sobre um lugar muito legal de se visitar em São Paulo.
Prédio Martinelli.
Moro em São Paulo, já faz mais de trinta anos, e apesar de já ter ouvido falar , nunca tinha ido até lá.
Eu e minhas filhas resolvemos então finalmente conhecer esse tão famoso cartão postal de São Paulo.
Os horários de visitação são de segunda a sexta das 9h30 as 11h30 e das 14h as 16h.
Quando chegamos lá, já havia uma fila porque entram pessoas em grupos de meia em meia hora.
Você preenche uma folha com o seu nome  e a cidade de onde você é.
Olhando as pessoas que assinaram antes de nós, pudemos ver que turistas de vários países também estiveram lá.
Nesse tempo que aguardamos na fila, olhando para cima, pudemos constatar a beleza externa do prédio.
São trinta andares e 130 metros de altura.
Foi projetado e arquitetado por seu proprietário, o italiano Giuseppe Martinelli.
Foi construído de 1924 a 1929.
Foi inaugurado em 1929, com doze andares., mas a construção continuou até 1934.
Já teve cinema, O Cine Rosário, considerado o cinema mais luxuoso da cidade.
Também serviu como hotel, Hotel São Bento.
Já foi sede de partidos políticos.
Hoje em dia, abriga as Secretaria Municipal de Habitação, Secretaria Municipal de Licenciamento, Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano, a São Paulo Urbanismo, Cohab-SP e Sindicato dos Bancários de São Paulo, além de diversos estabelecimentos comerciais no térreo do edifício.
Mas o que mais chama atenção é o vigésimo sexto andar, que exibe um terraço de tirar o folego.
Deste terraço, é possível ver São Paulo de um angulo incrível.
Para quem nunca foi, super recomendo.
Deixarei vocês com as fotos que fizemos , lembrando que não somos fotógrafas profissionais.

















quinta-feira, 30 de junho de 2016

Boas Vindas

Ola galera, estou de volta !!!!!
Eu tinha um blog, no qual eu escrevia sobre assuntos diversos.Fiquei um tempão sem postar nada, e agora descobri, que ele não existe mais.
Fiquei bem chateada, porque, modéstia a parte, tinha tantas coisas legais, mas, enfim, criei um novo blog.
Espero conseguir escrever mais do que no anterior.
Então sejam bem vindos, curtam, comentem, fiquem a vontade.
 

Nossa primeira viagem

Apesar de já existirem vários sites e blogs, que falam sobre a primeira vez que as pessoas viajam, decidi escrever sobre a nossa primeira viagem internacional.
Digo "nossa" porque foi também a primeira viagem da minha filha Rebecca.
Nossos planos era viajar para os Estados Unidos, mais precisamente Nova York. Planejamos a viagem, na verdade, a Rebecca que cuidou de tudo, passaportes, onde iríamos ficar, passeios, lugares que ela sempre sonhou em visitar, enfim. Apesar de tanto planejamento, nosso visto foi negado. Até hoje, não entendemos o porque.
Mas enfim, tivemos que amargar essa negativa. Levamos algum tempo para digerir tudo isso e passado algum tempo, a Rebecca se animou em fazer novos planos de viagem. Então decidimos , iríamos viajar para o Peru, mais precisamente Machu Picchu.
Então começamos a procurar tudo de novo.
Realmente admiro aqueles que conseguem planejar uma viagem, sem a ajuda de uma agência. Porque não é fácil.
Você tem que combinar o horário do vôo com o horário de fazer check in no hotel. Tem as passagens aéreas, é tanta coisa, que para a primeira viagem de uma pessoa recomendo e muito a contratação de uma agência de viagens.
Foi aí, que após procurar a Rebecca encontrou a agência de viagens Machu Picchu Brasil.
Gente, eles foram incríveis.
A Rebecca que fez tudo, que buscou informações, que tirou dúvidas, tudo isso por email.
Nós só fomos a agência para fechar mesmo o pacote.
Fomos muito bem recebidas, tiramos o restante das dúvidas, experimentamos o chá de coca, (depois explico sobre esse chá ).
Saímos da agência muito satisfeitas.
Prometi que escreveria no blog sobre a viagem.
Demorou um pouco, mas agora vou contar tudo para vocês.
Espero que consiga ajudar a quem um dia planeje viajar para Machu Picchu.

Os preparativos

Como já faz alguns meses, que viajamos, não recordo a data exata que fomos a agência.
Nossa viagem estava marcada para o dia dez de dezembro, então acredito que fomos a agência uns quinze dias antes.
A agência ainda iría mandar os tickets das passagens, o contrato, o itinerário, etc.
Só teríamos que nos preocupar em arrumar as malas e aguardar o dia tão esperado.
Foram dias que tivemos para "explorar" mais sobre onde iamos ficar, a temperatura da cidade, para saber quais roupas levaríamos, sobre a culinária de lá, etc.
Descobrimos coisas incríveis, sobre a história mesmo de Machu Picchu.
E foi aí que percebi, que apesar de alguns blogs dizerem que vão contar tudo sobre a primeira viagem, existem inúmeras falhas nessas explicações.
Por exemplo, endereços sobre lugares que visitaram, valores de serviços e de restaurantes ou até mesmo de mercadorias que compraram.
Prometi a mim mesma, que não cometeria o mesmo erro.
Anotaria tudo, guardaria todos os recibos que pudesse, sem contar as fotografias, que além de serem belas recordações, nos ajudam a lembrar de possíveis coisas que esquecemos.
Gente, é delicioso tudo isso, sabe, essa pesquisa que fazemos antes, a arrumação das malas, o planejamento.
Enfim, estava chegando o dia da viagem.
















Primeiro dia da viagem

Gente, nem preciso dizer, que em véspera de viagem, principalmente sendo a primeira, não se dorme, né?
Nosso voo estava marcado para as 6h55, mas as companhias aéreas pedem que se chegue três horas antes no aeroporto. Sempre achei um certo exagero, mas só confirmei a minha desconfiança.
Sei que tem pessoas que se atrasam, etc, mas como é uma regra, não poderíamos fazer nada além de chegar três horas antes.
A agência já tinha mandado os tickets das passagens e nós já havíamos nos programado em relação ao transporte até o aeroporto. Inclusive em um dos papéis que a agência nos enviou, estavam todas as informações que precisávamos, por exemplo,  sempre me perguntei como que uma pessoa que nunca viajou, vai chegar no aeroporto, e vai aonde primeiro, o que fazer primeiro, qual o terminal de embarque, porque tem vários. E neste papel, estavam todas as informações.
Antes de sair de casa, conferimos várias vezes (várias mesmo) se estávamos com toda a documentação, se os cadeados das malas realmente estavam funcionando, etc.
Então, fomos finalmente ao aeroporto.
Chegando lá, fomos primeiramente fazer o tão famoso check in e despachar as malas.
Nossa Cia Aérea era a Avianca, e fomos recebidas por um rapaz muito simpático, que apesar de ser madrugada, esclareceu todas as nossas dúvidas.
Preciso falar das malas. Elas são pesadas, porque tem um limite de peso, então as pessoas tem que ficar atentas para não exceder esse limite, porque há taxas.
Como iríamos ficar poucos dias, não levamos muitas roupas. Então nesta parte correu tudo bem.
Outra coisa importante é: se o seu voo é direto para o seu destino, você não tem que se preocupar com as malas, elas seguem direto. Mas, se houver uma parada, você tem que ficar atento, para quando chegar no aeroporto onde vai haver esta parada, você terá que despachar essas malas novamente.
Foi o que aconteceu conosco.
Após este procedimento, ainda tínhamos tempo de sobra, então fomos dar uma volta.
Entramos nessas lojas que todos conhecem como Free Shop, e realmente é de enlouquecer.
Tem tudo o que você pode imaginar, desde roupas até chocolates.
Em uma dessas lojas tinha todos os perfumes da Chanel.
O único problema é que é tudo em dólar, então, como o dólar já estava alto nessa época, o que era para sair barato, acabou ficando mais caro.
Não compramos nada, mas valeu a visita.
Pelo menos agora sei como é o cheirinho do perfume Chanel número 5.



Café da manhã no aeroporto

Resolvemos comer alguma coisa, pois em um dos papéis que a agência nos enviou, tinha a informação que seria servido café da manhã no primeiro voo, mas não sabíamos bem qual o tipo de café da manhã seria servido.
Então fomos até o Mc Donalds, mas precisamente no Mc Café, para comer algo.
Tomamos um clássico café com leite, pão de queijo e um croissant de chocolate.
Mais um sonho bobo meu, mas realizado. Tomar um café no aeroporto.




Para falar a verdade, não achei tão caro, porque a maioria das pessoas dizem que no aeroporto é tudo mais caro.
Mas já tomei café da manhã em um Mc Café fora do aeroporto e os preços não são tão diferentes assim.
Mas o que valeu foi estar lá.

Sala de embarque

As Cias Aéreas pedem que se vá para a sala de embarque uma hora antes do voo, então como tínhamos ainda algum tempo, fui fumar, porque não sabia quando e onde ainda poderia fumar.
Fomos lá para fora onde uma área era permitida para fumantes.
Era um espaço pequeno e havia poucas pessoas fumando.
Me aproveitei da bondade da Rebecca, e fumei logo dois cigarros.
Na verdade, eu estava uma pilha de nervos, rsrsrsrs.
E achei tão estranho o silêncio. Era muito silencioso aquele lugar.
Me perguntei onde estavam os aviões?
Mas, enfim, lá fomos nós para a sala de embarque.
Vi inúmeras vezes em filmes , aquelas pessoas sentadas em salas de embarque e parecia tão charmoso.
E lá estávamos nós, em uma sala de espera até que pequena, com muitas cadeiras concentradas no meio e havia tomadas, onde é claro a maioria das pessoas carregavam seus celulares, tablets, etc.
Um único balcão, onde uma funcionária tentava prestar esclarecimentos a quem precisasse.
Mas tinha um detalhe maravilhoso.
Uma das paredes era toda feita de vidro. E de onde estávamos dava para ver os aviões chegando e partindo. Realmente muito legal de se ver.
Conseguimos ver o nosso avião chegando e o pessoal preparando o avião para o voo.
Conforme o avião chegava mais perto, gente, me deu um medo, porque nessa hora você consegue ver o real tamanho do avião.
Os funcionários encarregados de embarcar as inúmeras malas, lá embaixo, parecendo formiguinhas trabalhando.
Não sei se é porque era a minha primeira viagem, mas achei tudo realmente incrível.
Ainda tivemos tempo de sentar  e esperar.
O nervosismo só aumentava e pensei ir ao banheiro porque acho que nunca terei coragem suficiente para usar o banheiro do avião.
Finalmente chegou nosso horário. Começaram a chamar primeiro os passageiros da classe executiva, os preferenciais, depois primeira classe e por fim a classe econômica.
O nosso pacote era da classe econômica, mas, sinceramente, não podemos reclamar.
A funcionária chama, confere os bilhetes junto com o passaporte, e você caminha por um corredor até chegar no avião.
Também vi isso nos filmes e agora eu estava percorrendo o mesmo corredor.
Na hora que você chega na porta do avião e se depara com o real tamanho dele, você pensa: danou-se, agora não tem mais jeito, rsrsrsrs.
Fiquei encantada com aquelas imensas fileiras, com todas aquelas poltroninhas arrumadas, os funcionários sempre sorridentes te dando bom dia e desejando um bom voo, não dá para não ter uma boa sensação.
Fomos procurar nossos assentos e eram juntos em uma fileira só de dois assentos.Nessa hora percebi que teríamos um pouco de privacidade e agradeci mentalmente a Talita da agência, por ter escolhido esses assentos.
Como despachamos nossas malas no aeroporto, não tínhamos nada para fazer, a não ser sentar, "explorar " nosso espaço e aguardar.
Foi aí, que, observando os demais passageiros, me dei conta que o ser humano é escroto em qualquer lugar do mundo.
As pessoas hoje, de qualquer classe social conseguem viajar, digamos, com certa facilidade.
Apesar do dólar estar tão caro, as companhias aéreas facilitam e muito a compra de passagens.
Então, algumas pessoas, independente da classe social, se acham no direito, de fazer os outros esperarem que elas guardem suas bagagens, ou fiquem em pé, sabe Deus por qualquer motivo.
A fila no corredor começava a ficar longa e esses seres não se dão conta de como são inconvenientes.
Bom depois de todos se ajeitarem começam os preparativos para o avião finalmente decolar.
Todos os assentos tem um travesseirinho, um cobertor e nas costas do assento da frente uma televisão pequena com opções de filmes, jogos, todas as instruções sobre o vôo, e dá até para acompanhar o trajeto do avião, como por exemplo, por onde o avião está passando e quanto tempo de vôo ainda resta.